segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Machu Picchu - Franz Tagore






Machu Picchu em quíchua Machu Pikchu, "velha montanha", também chamada "cidade perdida dos Incas", é uma cidade pré-colombiana bem conservada, localizada no topo de uma montanha, a 2400 metros de altitude, no vale do rio Urubamba, atual Peru. Foi construída no século XV, sob as ordens de Pachacuti. O local é, provavelmente, o símbolo mais típico do Império Inca, quer devido à sua original localização e características geológicas, quer devido à sua descoberta tardia em 1911. Consta de duas grandes áreas: a agrícola formada principalmente por terraços e recintos de armazenagem de alimentos; e a outra urbana, na qual se destaca a zona sagrada com templos, praças e mausoléus reais.
A disposição dos prédios, a excelência do trabalho e o grande número de terraços para agricultura são impressionantes, destacando a grande capacidade daquela sociedade. No meio das montanhas, os templos, casas e cemitérios estão distribuídos de maneira organizada, abrindo ruas e aproveitando o espaço com escadarias. Segundo a histórica inca, tudo planejado para a passagem do deus sol.
Há diversas teorias sobre a função de Machu Picchu, e a mais aceita afirma que foi um assentamento construído com o objetivo de supervisionar a economia das regiões conquistadas e com o propósito secreto de refugiar o soberano Inca e seu séquito mais próximo, no caso de ataque.
Pela obra humana e pela localização geográfica, Machu Picchu é considerada Patrimônio Mundial pela UNESCO. A 7 de julho de 2007, em Lisboa, estádio da Luz, Portugal, o monumento foi eleito e considerado oficialmente como uma das sete maravilhas do Mundo.

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quinta-feira, 26 de agosto de 2010

sábado, 9 de janeiro de 2010

¨ RIO DANÚBIO ¨





Danúbio - Rio de História
Nasce das florestas negras
Da Alemanha e flui em direção
Ao mar negro de fábula
É prova de resistência e luta
Desde os tempos antigos
Fronteira do império romano
Estrada das revoluções
Ocidentais, das guerras
Sangrentas por terra.
‘Danúbio azul’ rio de poesia,
Banheira dos vienenses
Encantador flúmen
De leste a oeste nasce
E some nos pântanos
Desabitados de gente.
Rio navegado por ícones
Da cultura européia.
Turbante desenrolado
Nas terras do hemisfério norte
já meu grito chegará as tua águas
e serei peixe confuso
no teu fundo de rio azul.





Franz Tägore http://www.flickr.com/photos/fotosmatuto/jornalmatuto@hotmail.com/http://br.olhares.com/galeriasprivadas/browse.php?user_id=173243

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

OBAMA





Se o Obama é a esperança,
o que esta esperança representa?
Concentração de poder
num único povo(?)
Presença de sensibilidade
por parte do mundo
que acha neste homem expectativa 
de transformação?
Não há mudança.
Ouço e não me convém 
ficar calado,
aceitar tal ilusão.
Um homem não é estrela
para brilhar sozinho,
representa a sede de consumo
de milhões de estadunidenses,
e isto é fato, basta para meu 
ponto de vista.
Esperanço nos camponeses,
ambientalistas, professores,
pequenos produtores,
poetas, artistas
parte da solução 
para saciar um pouco da sede
e da fome 
que mata uma criança
a cada 5 segundos
no mundo,
são 6 milhões por ano
exterminadas,
e o que fazem homens 
do tipo Obama?
Cheiro de petróleo,
este sim é o prato principal
o mineral
que eles procuram.
Obama é um homem

apenas rótulo dum sistema
predador de sonhadores.
Não me engano
com os planos ‘americanos’
combatentes 
do terror e das crises
criadas 
não sei por quem.
Crise de todos os dias
já que o mundo financeiro
é podre,
400 trilhões em papeis
e pouco mais de 40 em riquezas físicas
ouro, prata e lá se vai...
de verdade.
Deficiente sistema capitalista
detido nos borrões
das fachadas bancarias
alimentado pelos ilusórios sonhos 
duma nobreza falida,
tediosa,
especuladora, mentirosa,
endividada e presa
aos modismos momentâneos,
as superficialidades da vida
moderna
são novelas isoladas 
e envolvidas por trás das cortinas
nos acordos sociais, 
são homens por trás dum outro
Obama
representante duma população
vingativa,
militares, senadores, empresários
sedentos de lucro
e lucro pode-se dá de mortes
é normal que vão-se alguns 
para implantar-se o:
You can! 
Comprar, pagar, matar
de fome milhões todos os anos,
na África, Ásia, Amazônia
latino Americana,

é feito histórico, 
e concentração de riquezas 
poluição
consumismo incontrolável,
obsessão dos ricos
por mais fortunas e proezas 
luxuosas 
luxuria as custas dos mais pobres 
e mortos de opinião, 
incompletos de erudição,
populares seres
que em 2050 serão bilhões
na miséria,
e restos de tocos secos
nas sobras de terra agricultáveis
das nações endinheiradas,
pobreza e guerras nas colinas
desérticas e desmatadas
opressão e abandono 
dos povos sem dono.
Eu poeta coitado prego
educação
a chave da liberdade
para os pássaros presos
na grande gaiola do mundo. 
 
Franz Tägore Jornalmatuto@hotmail.com

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

VEIAS PULSANTES





Borbulhas de amor
nos lençóis encharcados
com nosso gozo,
besouros errantes
e zumbidos penetrantes
nas partes aguçadas  
por nossas línguas vadias,
veias pulsantes 
e ébrio poeta galopando
nas suas curvas ventrais,
veneno ácido despejado 
na virilha 
do seu corpo, pouco a pouco
sacodes seus seios 
agora saltitantes 
e vibra num delírio sem igual,
Quantas vezes amor?
Sabor de manga doce
o suor que escorre 
nos seus lábios íntimos
invictos das oferendas
da minha boca ingênua 
viciada a sua isca,

e rolamos juntos pro chão

adormecemos sanados.

Franz Tägore

jornalmatuto@hotmail.com / http://br.olhares.com/galeriasprivadas/browse.php?user_id=173243


quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

¨ VIENA ¨



Linha de trem e trilhos
estações espalhadas 
e viajantes separados entre 
cabines, 
cadeiras,
carros,
e às quatro já é noite na Viena
e o silêncio se aproxima das janelas
fechadas e as ruas se esvaziam 
e é frio
nos latejantes beijos do vento,
livros, 
cafés,
táxis,  
e gente com pressa, com roupa volumosa
e oferendas ao céu com sopro de fumo,
fulanos e sicranos sem nomes 
não sei os nomes destes viventes.

Alarga-se Viena nas ruas estreitas
históricas centrais das praças abertas
e rolam-se pelo chão pneus 
de carros luxuosos
e são belos os casarios 
de cores pálidas 
e cumeeiras inclinadas,

Franz Tägore  -   jornalmatuto@hotmail.com   -   http://www.flickr.com/photos/fotosmatuto/


segunda-feira, 23 de novembro de 2009

NOVO BRASIL





descobrindo um novo Brasil
escondido das flâmulas turísticas,
nos estreitos bosques mineiros, 
por entre as planícies pantaneiras,
nas areias ásperas do Sertão
de Canudos,
nos mangues e praias desertas 
do litoral amazônico, 
dos atônitos Pampas,
e nas corredeiras águas das florestas tropicais.

Descobrindo um Brasil
destelhado nas praças das capitais,
nos centros históricos 
herança dos colonizadores
que nos deixaram apenas imagens,
e a bela língua portuguesa.

Descobrindo um Brasil
de comunidades nativas
de descendentes indígenas,
de índios autênticos, 
de quilombolas,
e futebol
meninos que já nascem cracks,
uma fatia miúda de educação
e menos distribuição de renda,
descobrindo um Brasil alegórico
nas inspiradoras obras populares,
e os pilares de fortificação dum povo,
de novo 
as mesmas panelas e feijão com arroz,
o samba de roda, capoeira
e terceira resistência 
a erudição
que exclui os menos influentes.

Descobrindo um Brasil místico
de riquezas e possibilidades infinitas
e quem não quer ser brasileiro
ou ao menos morar 
neste lindo pedaço de chão?
Descobrir nos sorrisos diários 
a majestosa felicidade,
a doçura do ‘’bem querer’’,
do “meu amor”.

Descobrindo um Brasil que é novo
que é velho
um Brasil impossível de não gostar
uma pátria amada pelo mundo.  

Franz Tagore

jornalmatuto@hotmail.com / http://www.flickr.com/photos/fotosmatuto/